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Medo da Morte ( Tanafobia)

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sssssssIgualmente ao cristianismo propagado na ” era do ferro” hoje deveríamos ensinar mais sobre a necessidade de reconhecermos nossa perecibilidade, que haverá um tempo de nossa morte. Sei que nosso tempo não suporta muito esta mensagem, porém quando qualquer ser sabe que um dia irá morrer, ou que poderá morrer a qualquer momento e se depara com esta realidade como um ponto presente em sua consciência, torna-se alguém com mais tato no comportar, caminha com mais cuidado ela vida e se transforma em uma pessoa melhor.

Ricardo

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.: Meeting the Spirit – Basic Quaker beliefs (Link)

As Origens dos Quakers em George Fox

Os Amigos iniciaram sua redefinição radical da Verdade Cristã na Inglaterra no século XVII. George Fox foi uma grande força motriz dos tempos antigos. Ele nasceu em 1624, filho de um tecelão razoavelmente próspero e de uma mãe intensamente religiosa. Uma séria, introspectiva e fisicamente poderosa juventude, trazia ele a um estágio precoce, levando-o a questões religiosas. Mas ele foi genuinamente impactado pela deficiência dos “professores”, os cristãos professos, a viver suas crenças.

Aos 19 anos, George saiu de casa para uma busca espiritual. Ele buscou e desafiou líderes religiosos em todo o lugar para responder às suas questões. Sua busca e sua viagem durou quatro anos, mas ninguém deu a impressão de compreendê-lo e ninguém aceitou a realidade de seu conflito interno. Gradualmente sua convicção cresceu de que Deus tinha dado a resposta a ele dentro de si mesmo. Em 1647, ele escutou uma voz que disse: “existe um, o próprio Cristo Jesus, que pode falar à sua condição” (there is one, even Christ Jesus, who can speak to thy condition). Esta experiência mudou sua vida, suas concepções religiosas e sua visão do relacionamento humano-divino. Ele dedicou o resto de sua vida para compartilhar esta nova compreensão.

George Fox foi preso oito vezes por difundir suas crenças religiosas e por tirar as radicais consequências delas. Ele sofreu surras cruéis, muita hostilidade e privação. Ele demonstrou ser uma pessoa heróica e resoluta e um verdadeiro gênio religioso. Seu Diário e outros escritos continuam a ser referências básicas da Sociedade Religiosa dos Amigos, da qual ele é geralmente aceito ser o fundador. Ele conhecia a Bíblia tão bem que a maioria dos seus escritos trazem referências bíblicas.

George Fox nunca teve a intenção de fundar uma nova seita religiosa. Ele acreditava que a sua descoberta era universal, que ele tinha redescoberto o Cristianismo original. Ao adotar esta percepção, ele foi além dos limites institucionais da Igreja Cristã. O sentimento de uma alegre libertação que ele descobriu tem repercutido na história Quaker até os dias de hoje. Isto fortaleceu os Amigos em suas convicções de que as pessoas podem encontrar um novo entendimento se confiarem e responderem à vida que Jesus viveu.

Os Amigos e Deus

No ponto principal da fé Quaker repousa o conceito da Luz Interior. Este princípio afirma que em cada alma humana existe implantado um certo elemento do próprio espírito e divina energia de Deus. Este elemento, conhecido pelos Amigos antigos como “aquilo de Deus em cada um de nós” (that of God in everyone), “a semente de Cristo”, ou “a semente da Luz”, que significa para os Amigos, nas palavras de João 1.9 “a verdadeira Luz, a qual ilumina todo o homem que veio ao mundo”.

Os Amigos normalmente acreditam que o conhecimento direto de Deus somente é possível através daquilo que é experienciado, ou intimamente revelado ao ser humano individualmente através do trabalho do Espírito vivificante de Deus. Isto explica as atitudes dos Amigos diante de várias coisas, incluindo a pessoa e o ministério de Jesus Cristo, as Escrituras, o estabelecimento e autoridade da igreja, seu uso de cerimônias, símbolos e sacramentos e, especialmente, as obrigações consideradas por cada indivíduo.

Falando de uma forma mais geral, o conceito da Luz Interior é duplo. Primeiramente, a Luz Interior discerne entre o bem e o mau. Ela revela a presença de ambos nos seres humanos, e através de sua orientação, oferece a alternativa de escolha. Secundariamente, a Luz Interior revela a unidade de todos os seres humanos em nossa consciência. Os Amigos acreditam que o potencial para o bem, como também para o mal, são latentes em todos.

George Fox reconheceu que existe “um oceano de escuridão e morte” sobre o mundo. Mas ele também disse que “um oceano de luz e amor” flui sobre este oceano de escuridão, revelando o infinito amor de Deus. Os Amigos acreditam que o poder de Deus para superar o mal é disponível na natureza de qualquer um que verdadeiramente quiser fazer a vontade de Deus. Em grande medida, nós somos o árbitro de nosso próprio destino, tendo o poder da escolha. A salvação, na compreensão Quaker, repousa em nosso poder de “tornar-nos” filhos de Deus.

Embora a Luz Interior ou o Espírito Divino tenha sido sempre disponível, os Amigos geralmente aceitam que a plenitude da revelação divina de Deus tornou-se manifesta na vida de Jesus Cristo – “se fez carne e habitou entre nós, cheio de graça e verdade”.

Respondendo ao chamado de Deus

A redescoberta pelo homem e mulher comum de um sentido da imediação de Deus é um dos aspectos mais distintivos do Quakerismo. Os escritos dos Amigos antigos são cheios de histórias de “encontros com Deus” e de “ser levado pele Espírito Santo”. Às vezes, estas experiências ajudaram a sua compreensão. Às vezes isto era uma informação de que algo era parte do propósito de Deus na Terra.  Os Amigos começaram a usar o termo “interesse” (concern) para descrever a experiência dos Amigos que acreditavam que Deus poderia estar dizendo a eles: “isto é o que necessita ser feito – e você pode ajudar a fazer isto”.

Este tipo de experiência direta de Deus não é única dos Amigos. É comum tanto no Judaímo quanto no Cristianismo. Mas a Sociedade Religiosa dos Amigos é singular na forma em que tenta dar suporte a seus membros na obediência a tais chamados. Os Amigos sempre têm encorajado em uma outra abordagem à disciplina Cristã que salienta a necessidade de se abrir para o Espírito Santo e o chamado de Deus.

Os Amigos e a Bíblia

Os Amigos consideram que a verdadeira religião não pode ser aprendida de livros ou conjuntos de orações, palavras ou rituais, os quais George Fox chamou de “formas vazias”. Quando o Quakerismo iniciou na Inglaterra, a Bíblia havia há pouco entrado em circulação comum na tradução inglesa e era largamente lida e citada. A maioria dos grupos protestantes atribuíram uma grande finalidade e infalibilidade à ela. O desejo comum para uma autoridade externa padrão foi muito forte. Dentro de controvérsias religiosas, cada grupo tentou encontrar suporte em algum lugar na maneira em que as palavras da escrituras tinham sido escritas.

Nestas ocasiões, os Amigos sentiram o mesmo coisa. Mas eles também acreditavam na revelação contemporânea da vontade de Deus, paralelo ao que era descrito na Bíblia. George Fox uma vez disse: “Você dirá que Cristo disse isto, e os apóstolos disseram aquilo, mas o que você pode dizer? Você é um filho da Luz e tem caminhado na Luz, e o que você diz intimamente de Deus?”.

Os Amigos recusam fazer da Bíblia o teste final da conduta correta e doutrina verdadeira. A divina revelação não é confinada ao passado. O mesmo Espírito Santo que inspirou as escrituras no passado, pode inspirar crentes que vivem séculos depois. Da fato, para uma compreensão correta do passado, o discernimento do mesmo Espírito é essencial. Os Amigos acreditam que, pela Luz Interior, Deus fornece a cada um o acesso à verdade espiritual para os dias de hoje.

Credos e Teologia

A atitude dos Amigos aos credos formais e dogma teológico é diferente da maioria dos Cristãos. Os Credos não formas as bases para a associação na sua comunidade. Os Amigos estão cônscios das limitações das palavras para expressar as suas experiências mais profundas. Os Amigos também percebem que as palavras podem convenientemente expressar as convicções pessoais de alguém em uma dada época, mas que elas serão, quase que com certeza, inadequadas para a mesma pessoa depois na vida. É muito difícil definir a convicção religiosa de um grupo de pessoas. Palavras e frases frequentemente servem-se de várias interpretações.

A ausência de credos não significam que os Amigos não se importam com as crenças pessoais. Eles reconhecem que as crenças pessoais vitalmente afetam o comportamento. Os Amigos são pessoas de visões religiosas fortes, mas eles são completamente convictos de que estas visões devem ser testadas pelas formas nas quais são expressadas em ação. Vários Amigos não têm certeza sobre o valor da teologia, temendo que ela também leva facilmente à especulações e argumentos. Mas todos concordamos que os seres humanos, como seres racionais, devem pensar sobre a natureza de suas experiências religiosas. Os Amigos são encorajados a buscarem a verdade em todas as oportunidades que a vida apresenta a eles. Eles são encorajados além disso a seguir uma nova luz de qualquer fonte que possa surgir. Suas buscas e atitudes abertas à vida têm certamente contribuído à tolerância para com aqueles Amigos que tentam aproximar pessoas e problemas de fé e conduta.

Isto pode tornar mais fácil de compreender como a Sociedade Religiosa dos Amigos pode acomodar tal conjunto de perspectivas religiosas entre seus membros. Cada cor no espectro religioso parece ser refletida nas visões dos Amigos. Existem amigos cuja fé é mais sinceramente expressa na linguagem tradicional do Cristianismo Ortodoxo. Outros Amigos poderiam justamente ser descritos como humanistas religiosos.

Sacramentos e liturgia

Os Amigos acreditam que a oração e o amor de Deus são de primária importância. Isto retira uma divisão artificial entre o secular e o religioso, e faz tudo da vida, quando vivido no Espírito, sacramental. Os Amigos rejeitam cerimônias e sacramentos externos e tradicionais, às vezes caracterizado como “formas vazias”, mas sem rejeitar a realidade espiritual que eles simbolizam. O batismo, por exemplo, significa uma experiência interior ou espiritual, não um ato ritual. A comunhão é também do Espírito, uma abertura consciente a, uma comunicação com o Divino. Embora os Amigos possam diferir em suas formas de observar o sábado e os festivais cristãos, estes dias não são considerados mais santos do que os outros dias da semana.

Os Quakers e a vida após à morte

Os Amigos não consideram uma vida depois da morte como uma recompensa por virtude, ou como uma compensação para o sofrimento em suas vidas na Terra. Nem o medo ou ameação de condenação tem sido usada para induzir os Amigos a viver melhor as suas vidas. A visão Quaker do que acontece além da morte está firmemente enraizado na experiência desta vida. Os Amigos acreditam que a vida é boa e que um indício essencial a sua real natureza é ser vislumbrada no amor que as pessoas têm pelas outras.

Existe sempre um elemento de mistério sobre o amor do qual as pessoas não podem penetrar completamente, mas os Amigos estão convencidos que ele tem uma qualidade atemporal. O amor não pode ser destruído pela morte e não pode ser limitado pelo tempo e espaço. Esta convicção é ressaltada pela experiência da adoração Quaker, e pela consciência de que a personalidade de Jesus não foi reduzida devido à sua morte. Sua vida foi baseada na profunda confiança que Deus é amor. Os Amigos respondem a esse amor. Eles experimentam o paraíso aqui e agora, e acreditam que onde quer que estiverem além da morte deverá ser para o nosso bem.

Os Amigos não dogmatizam sobre o que ocorrerá após à morte. Existem Amigos que estão convencidos que existe uma vida após à morte, e aqueles que estão convictos que não. Mas todos os Amigos sentem que é mais importante que cheguemos a viver esta vida, e buscar melhorar as condições para a humanidade neste mundo, do que se preocupar em especulações sobre o que vem a seguir

DESINGREJADOS ????? OU …

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VEIO AO MUNDO, MAS O MUNDO NÃO O RECEBEU;

Algumas pessoas somente agora ( 2000 anos depois) descobriram o que é que Jesus quis dizer com a palavra século ( Paulo também se refere a isto ), século = sistema. Bem, estas pessoas como produto deste mesmo sistema adquiriram certo conhecimento das escrituras e de filosofias e saíram ( alegam ) do ” sistema” mas continuam agindo em particular criando outro sistema pior ainda. Falam mal do que consideram ser igrejas, do que consideram ser doutrinas, e fazem colocações completamente rancorosas contra aquele ou este sistema, Tem prazer de fazer perguntas ou afirmações básicas onde, em redes sociais, arrastam 500 comentários inúteis de outras pessoas tão foragidas quanto elas, mas também de corações magoados, decepcionados, recém acordados sem jamais falar de Cristo, de amor e de misericórdia. Proclamam um Evangelho do repudio, e t e r n a m e n t e.
Elas não compreenderam que estão fazendo um desfavor a si mesmas, pois se meteram em um psicótico ambiente individual e grupal que nada traz de progresso para sua descoberta e escape do sistema o qual tanto ainda dão atenção.
Estes irmãos e irmãs precisam ser instruídos a buscarem uma nova forma de redescobrir cristo em seus corações, a voltar para o sistema celestial, ja que desprezam o sistema institucional, pois este comportamento de guerrilheiro somente as tornara eternos e solitários insatisfeitos com o mundo inteiro, e o que é pior não apagará o sentimento de incompetência na primeira escolha que fizeram.,

João chamou o sistema religioso de MUNDO, pois era o mundo dele.

A ESTRELA GUIA …. A PROVIDÊNCIA DIVINA CONTIDA NO ÂMAGO HUMANO.

De outra forma esta descoberta do sistema é descrita no Livro evangelho assim ” E AQUELES QUE VIVIAM NAS TREVAS VIRAM A GRANDE LUZ “, Luz esta que faz cair do cavalo, que provoca perda de valores e consequentemente perda do ” norte espiritual” e tal qual, como paulo, precisam de um Mestre Instrutor que os ajudem a retirar as Escamas da Serpente do olhar, que os reesclareça a mente ( como em Paulo, onde um Pecador – coureiro – foi o seu instrutor, que lhes provoquem o desejo de se relevantarem por sí ,e a si mesmo batizarem em nome de Jesus ) .

HOMILIA DE HOJE

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Muitas vezes olho pra a vida e percebo que houve alguém usando o meu corpo para exibir um personalidade de me reprimia e me adequava a aceitação alheia. Era uma pessoa certinha. com respostas prontas para tudo, e até sabia o tempo de calar. Se vestia de modo comportado… mas não era mais nada. Era medo. Medo de ser desagradável, medo de não pertencer, medo de criticas, medo de todos e do mundo. Não era eu. Quando mais me diziam que eu era uma benção mais meu eu se isolava nas masmorras de minha própria insatisfação. Eu havia aberto o evangelho e compreendido mal. Havia visto o Jesus da transição, o Jesus Batista , o libertador, que herdou a influência de João, que viajou pregando sua doutrina e colecionando inimigos por toda a palestina, porém, um belo dia parei e percebi um jesus pós morte, alguém que não falava em pecados, que confirmou a soprar da unção do Espirito Santo, não mais como um simples Profeta brigão, mas como um Deus que atravessava paredes, que comia com os humanos ( aceitando-os como eram – significado maior da ceia ), que pegava um descrente para demonstrar materialmente que era diferente ( como fez com Tomé), um Jesus que falou pouco mas demonstrou como nós poderíamos ser. Um Jesus que nada escreveu, que nada revelou, mas que disse VOU EMBORA, NÃO IDOLATREM ALGUM ESCRITO pois não é meu, NÃO IDOLATREM imagem alguma POIS NÃO É MINHA, E NÃO ME BUSQUEM NO CÉU, pois meu Espirito, o que fiz agora, o que esclarece por minhas ultimas atitudes sempre estará com vocês, e com ele tudo o que Deus, em sua forma de criador e de criatura estará também, pois as três expressões são UM só.
Bem, compreendi que eu estava errado, eu estava fazendo tudo que Ele ja havia feito para que eu não tivesse que fazer, compreendi que aquela cruz hipócrita que eu carregava não sendo eu era o peso do mundo sobe mim , peso este que Jesus ja havia carregado para que eu mesmo não tivesse que faze-lo, mas eu não era hipócrita… Era cego. E meus olhos abriram, e no centro de todas as minhas reflexões o que encontrei foi a mim mesmo… Todas as respostas estavam ali. Era isto que Ele queria dizer.

Campo energético humano – good vibrations – I feel!

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By Rita de Cassia Seuret

 

Nosso corpo é dotado de energia, indiscutivelmente, como medí-la, qualificá-la e quantificá-la?

Lembrando que todos os seres vivos possuem energia!

Bem, moro na Europa, mais precisamente na Suiça e, por aqui o clima interfere e muito no humor das pessoas.

No inverno, vemos as pessoas mais de cara fechada, meio “depres”, mau humor, enquanto que no verão, sorrisos, disposição…

É certo que o clima influencia no metabolismo e no comportamento humano, como também na agricultura, na natureza.

Mas o que mais pode influenciar no campo energético humano, além do exemplo acima, da alimentação, da prática de exercícios físicos, do astral?

Pensando com meus botões e, observando pessoas, posso afirmar que, a água potável é fator preponderante, água é vida e, nós, como as plantas, precisamos ser constantemente regados desse fluído vital para sobrevivência.

Ainda, observando, percebo que algumas pessoas possuem mais energia do que outras, algumas parecem “mortas vivas”, meio encardidas, luzinhas enfraquecidas e, outras, cheias de vivacidade, reluzentes!

Porque isso?

Além dos fatores que contribuem diretamente para o campo energético humano, como clima, alimentação, água, exercícios físicos, astral, outros também são determinantes, como pensamentos, atitudes, uso de drogas lícitas e ilícitas.

Quem já pode ver o semblante de um viciado em cocaína ou crack?

Quem já pode observar o campo energético de uma boa pessoa e, de uma má pessoa?

Quem já viu alguém elogiar sua planta e no outro dia a planta murchar ou morrer?

Ou então, daquela pessoa taxada de “zica”, “pé frio”, “sangue ruim”?

Rs, é por essas e por outras que eu digo que, temos que aprender a trabalhar nossa energia, a sermos positivos, a vibrarmos boas energias, a buscarmos bom humor, hábitos de vida saudável, paz interior, fazer o bem, espiritualidade, pois só assim, alcançaremos a iluminação, onde todo o corpo será reluzente e, brilhará como os astros no céu!

Cada um têm luz própria, basta apenas encontrá-la, achando-a, a alimente com tudo de bom!

Ahummmmmmmmmmmmmmm

 

 

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O jardim e a erva daninha

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By Rita de Cássia Seuret

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Todo jardim têm erva daninha!

O meu não, o meu é o mais bonito, o mais bem cuidado, o mais verdejante e florido!

O jardim do meu vizinho é repleto de erva daninha!

Todo jardim têm erva daninha!

O jardim nunca deixará de ser jardim e, a erva daninha sempre crescerá no gramado, em meio as flores.

O que faço com ela?

Arranca, mas mesmo assim, correrá o risco dela brotar novamente.

É um verdadeiro combate!

 

erva daninha

Assim é a mente do homem!

Você arranca os maus pensamentos, mas eles semprem brotam…

Requer um exercício diário de introspecção e auto reflexão.

Você com seus “botões”!

A erva daninha sempre brotará em nossa mente e, o cuidado com o jardim dos nossos pensamentos e emoções, deverá ser sempre regado com boas energias, idéias, análises, conclusões…

Essa é a tarefa com seu jardim terreno, zêlo e cuidado, cultivo da beleza e da variedade, rega e poda das flores, furando os dedos em meio aos espinhos e, arrancando a erva daninha.

Mudança e Metamorfose andam juntas!

auto reflexao

 

 

 

 

 

 

JA NOTARAM QUE MUITAS PESSOAS QUE FALAM DE RELIGIÃO CRISTÃ SÓ FALAM DA BIBLIA

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FILME ÁGORA – ASSISTA AQUI NESTE LINK ————————————————————————————————————————————————–

No princípio do Cristianismo não existia a Bíblia,, o que existia eram histórias , contadas de pessoa a pessoa. Alguns chamados Apóstolos de Jesus Cristo, e mesmo o estrangeiro Saul de Antioquia ( Paulo de Tasso ) escreveram cartas sobre suas experiências pessoais,

Paulo como administrador escrevera cartas muitas para pequenas seitas cristãs que havia conseguido montar dentro das Sinagogas dos Judeus de diversos países por onde passava, e isto deu uma ideia a Teófilo de Alexandria ( uns 200 anos depois da morte de Jesus …) mandar pessoas para a Palestina para ouvir estas histórias de perto  ( o relato escrito sobre isto acabou virando dois livros Sagrados para os Cristãos, e  1300 anos depois muitos outros haviam sido anexados em um só volume contendo muitos livros, até mesmo livros não cristãos) . Alexandria era o maior centro de estudo de filosofia e astronomia do oriente e ficava no Egito, e estava se convertendo rapidamente ao cristianismo. ( O Egito sempre foi conhecido por seu regime despótico e pelo uso de escravos) e Teófilo resolveu fornecer as pessoas algo que as reunisse em torno de um símbolo sagrado. SÍMBOLOS SÃO MAIS PODEROSOS QUE AS PALAVRAS, pois produzem MITOS no inconsciente das pessoas, e Teófilo usou a mesma tática que os Judeus ensinavam que Moises havia feito usando as famosas tábuas de pedras. ( forneceu algo visível que ficava guardado em um lugar e logo este lugar se tornou sagrado )

Realizado o livro, que não tinha nenhum nome percebeu-se que a historia poderia ser dividida em duas partes, A primeira contava o que havia acontecido, desde antes do nascimento de Jesus até um ano depois de sua morte. E a outra  relatava as conseqüências disto até uns 60 anos depois, até a morte do ultimo Apóstolo mais velho, mas este segundo livro deveria relatar , principalmente, o que o Apostolo estrangeiro ( Paulo) tinha feito, afinal o livro seria escrito para estrangeiros, e eles deveriam aprender que a religião não era somente para os Judeus, e que nem mesmo era para os exatamente nascidos na Palestina.

Saltando centenas de anos, percebemos o mundo em um domínio ITALO-GERMANICO, não mais uma seita, mas uma comunidade estabelecida que agora tinha suas próprias seitas para se preocupar, e seitas nunca foram um bom negócio para as religiões pois as esvaziava de dinheiro e as deixavam mais pobres.

Surgiu um novo problema, agora para o poderosa Igreja ( assim se chamava agora ) cuja sede ficava em Roma ( os imperadores romanos descobriram que o verdadeiro domínio é o mental e que o melhor colonialismo é feito usando a cultura e não exércitos,  o melhor meio de produzir escravos é usando a intelectividade e lhes implantando uma base lógica para fazê-los reconhecerem-se pequenos , impotentes e necessitados ), um pequeno ex-aliado romano nascido na Alemanha, chamado Martinho Lutero , havia conseguido o intento que um tal de Erasmo de Roterdã não havia conseguido fazer na Holanda 200 anos antes de Lutero , PARAR RAPIDAMENTE O ROLAR DE DINHEIRO PARA ROMA EM ÉPOCA DE GUERRA E NO MEIO DA CONSTRUÇÃO DO NOVO PALÁCIO IMPERIAL DISFARÇADO DE CENTRO ESPIRITUAL ( O PALÁCIO DE SÃO PEDRO, marqueteiramente chamado de CATEDRAL DE SÃO PEDRO ) .

E como este jovem ousado conseguiu isto ? – Fácil, usou as escrituras como Moisés usaria, NÃO MAIS COMO UM LIVRO DE CONSELHOS MAS COMO LEIS QUE DEVERIAM SER OBEDECIDAS OU SE SERIA PUNIDO POR ISTO. O esperto jovem simplesmente demonstrou que o Reino de Roma havia traído a Escritura de DEUS com suas conclusões sobre as próprias escrituras, e que o Reino de Humildade de Cristo e dos Apóstolos havia se transformado em Reino de domínio invasor ( o que sempre representou Roma, desde Antes de Cristo ).

E por que as pessoas hoje ainda usam as escrituras como usou o tal Lutero ?

R.

Porque não sabem mais nada que aquilo, porque não tem senso de história, não tem senso de religiosidade, porque não tem senso de cristianismo. Porque usam as escrituras como um soldado usaria uma Espada para dividir atacantes ao meio , separá-los e depois derrotá-los matando-os um a um separadamente. Implantando discórdias e usando as mesmas técnicas de domínio e colonialismo mental que tanto foi repudiado por grandes homens como este tal de Lutero. Hoje as pessoas usam as escrituras como usou Lutero, para quebrar, sem a menor necessidade de quebrar nada pois a realidade histórica é outra.

Ou talvez, simplesmente porque nunca tenham tido uma experiência real com Deus e vivam como um tal de Jó, que propagava “ pelo ouvi dizer “, cheio de conhecimento mas sem a mínima intimidade com a eternidade.

Reverendo Ms Ricardo Padilha , DD

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